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dc.contributor.authorMiranda, Karina Leite.-
dc.date.accessioned2021-05-18T16:59:34Z-
dc.date.available2021-05-18T16:59:34Z-
dc.date.issued2009-
dc.identifier.citationMIRANDA, Karina Leite. Avaliação de vacinas contra Brucelose bovina no Brasil. Tese (Doutorado em Ciência Animal) - Escola de Veterinária, Universidade Federal de Minas Gerais. Belo Horizonte, 2009. 77 p.pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/124-
dc.description77 p.pt_BR
dc.description.abstractO Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento lançou em 2001 o Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose (PNCEBT), no qual a vacinação é uma das mais importantes ferramentas contra brucelose. Assim, o presente trabalho foi idealizado para estudar as vacinas aprovadas pelo PNCEBT no Brasil. Neste contexto, o primeiro objetivo foi avaliar o crescimento de amostras de B. abortus em meios contendo diferentes agentes inibidores a fim de diferenciar as amostras vacinais B19 e RB51 de amostras-desafio e de outros isolados de campo. Com este estudo, nós concluímos que rifampicina, eritritol e tionina são bons agentes inibidores para tal diferenciação. O segundo objetivo foi avaliar diferentes linhagens de camundongo (CD-1, BALB-c e Suíço) e amostras-desafio (544 e 2308) em testes de imunogenicidade das vacinas B19 e RB51. O experimento demonstrou que ambas amostras-desafio podem ser utilizadas em testes de imunogenicidade de B19 e RB51, bem como as três linhagens de camundongos, porém o uso de BALB-c requer mais estudos para estabelecer parâmetros próprios. Esses dois primeiros estudos foram desenvolvidos para padronizar metodologias para se conduzir o terceiro estudo, que objetivou a comparação das propriedades biológicas (imunogenicidade e virulência residual) e perfil gentípico de oito vacinas B19 comercializadas no Brazil com a B19 de referência obtida do USDA. Esse estudo comprovou que todas as vacinas B19 comercializadas no país apresentam propriedades biológicas adequadas quando comparadas à amostra de referência. Além disso, nós concluímos que o grupo de vacinas B19 estudado é geneticamente bastante homogêneo. O último objetivo deste trabalho foi avaliar a liberação de B. abortus no leite de vacas vacinadas com RB51. O leite das vacas vacinadas foi testado por cultivo e PCR até 63 dias pós-vacinação e apenas uma amostra de leite foi positiva no PCR, no primeiro dia pós-vacinação. Logo, a eliminação de RB51 no leite parece não representar um problema de saúde pública. No entanto, a pasteurização do leite de vacas recentemente vacinadas com RB51 é altamente recomendada. Concluindo, o Brasil tem ótimas ferramentas para promover o controle da brucelose.pt_BR
dc.publisherUFMGpt_BR
dc.subjectBrucelose bovinapt_BR
dc.subjectControle de vacinapt_BR
dc.subjectB19pt_BR
dc.subjectRB51pt_BR
dc.titleAvaliação de vacinas contra Brucelose bovina no Brasil.pt_BR
dc.title.alternativeEvaluation of Brucellosis vaccines in Brazil.pt_BR
dc.typeThesispt_BR
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