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    <title>DSpace Collection: Compreende trabalhos acadêmicos que apresentam resultados de pesquisa científica com tema original visando à obtenção do título de doutor.</title>
    <link>http://hdl.handle.net/123456789/123</link>
    <description>Compreende trabalhos acadêmicos que apresentam resultados de pesquisa científica com tema original visando à obtenção do título de doutor.</description>
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    <dc:date>2026-03-05T13:49:50Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/123456789/242">
    <title>Atividade enzimática e fracionamento da matéria orgânica do solo: ferramentas para aprimoramento do manejo do solo em sistemas de produção de hortaliças.</title>
    <link>http://hdl.handle.net/123456789/242</link>
    <description>Title: Atividade enzimática e fracionamento da matéria orgânica do solo: ferramentas para aprimoramento do manejo do solo em sistemas de produção de hortaliças.
Authors: Carneiro, Roberto Guimarães.
Abstract: Os sistemas de produção de hortaliças (SPH) são caracterizados por forte dependência de insumos externos, intensidade no preparo de solo, baixa adoção de práticas mantenedoras do carbono orgânico do solo (COS) e de sua atividade biológica, o que pode prejudicar a qualidade do solo (QS). É fundamental que os estudos realizados até o momento, que envolvem atributos químicos, físicos e biológicos do solo em agroecossistemas sejam transformados em ferramentas para avaliação da QS em agroecossistemas olerícolas. O estudo teve como objetivo desenvolver um modelo de avaliação de QS prático e confiável para olericultura em solos tropicais integrando a Avaliação Abrangente da Saúde do Solo (CASH) com o modelo de quatro quadrantes &#xD;
(4QM). Objetivou-se também avaliar o efeito dos SPH orgânicos e convencionais e suas práticas de manejo nas frações lábeis e estáveis do COS e a relação destas frações com indicadores biológicos de QS. O nível de adoção das boas práticas de manejo do solo (BPMS) foi avaliado atribuindo pontuação que variou de 1 a 10. Foram coletadas 90 amostras de solo na profundidade de 0-10 cm (48 de sistemas orgânicos e 42 de &#xD;
convencionais) oriundas de 53 áreas de produção comercial de hortaliças no Distrito &#xD;
Federal, Brasil, em que se determinaram: atividades de arilsulfatase (ARIL) e β glicosidase (GLI), carbono orgânico do solo (COS), carbono total (CT), carbono orgânico particulado (COP), carbono oxidável em permanganato de potássio (POX-C), carbono orgânico associado aos minerais (MOC), ácidos fúlvicos e húmicos (AF e AH), humina (HU), frações oxidáveis de C em diferentes concentrações de H2SO4 (F1, F2, F3 e F4). A adoção de BPMS foi maior em sistemas orgânicos em relação aos convencionais, resultando em aumento de 27 e 86% no conteúdo de COS e atividade da ARIL (P &lt; 0,05), respectivamente, determinando melhor QS nos sistemas orgânicos. Entre as duas enzimas avaliadas, a ARIL diferenciou os campos orgânicos e convencionais com mais precisão do que a GLI, confirmando seu potencial para avaliação da QS em sistemas de produção de hortaliças. A textura do solo não influenciou as avaliações de QS neste conjunto de &#xD;
dados, permitindo que as 90 áreas fossem avaliadas em conjunto, independentemente de suas distribuições de tamanho de partícula. A integração de CASH e 4QM, juntamente com medições de ARIL, GLI e COS, tornou possível avaliar a QS nos SPH orgânicos e convencionais, apesar da complexidade e dinâmica destes agroecossistemas. As frações lábeis e estáveis do COS foram maiores nos sistemas orgânicos do que nos convencionais (P &lt; 0,05), exceto F3. ARIL correlacionou-se com CT, COS e todas as frações lábeis e &#xD;
estáveis, exceto F3, com destaque para COP, POX-C, F1, F2 e HU. Os sistemas orgânicos iv&#xD;
tiveram maiores teores de frações lábeis, mas também estabilizaram o carbono, o que pode evitar sua perda em longo prazo. Além da ARIL, as frações COP, POX-C, AH, HU, F1 e F2 mostraram-se indicadores capazes de diferenciar sistemas orgânicos e convencionais.
Description: 103 f.</description>
    <dc:date>2024-11-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/123456789/124">
    <title>Avaliação de vacinas contra Brucelose bovina no Brasil.</title>
    <link>http://hdl.handle.net/123456789/124</link>
    <description>Title: Avaliação de vacinas contra Brucelose bovina no Brasil.
Authors: Miranda, Karina Leite.
Abstract: O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento lançou em 2001 o Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose (PNCEBT), no qual a vacinação é uma das mais importantes ferramentas contra brucelose. Assim, o presente trabalho foi idealizado para estudar as vacinas aprovadas pelo PNCEBT no Brasil. Neste contexto, o primeiro objetivo foi avaliar o crescimento de amostras de B. abortus em meios contendo diferentes agentes&#xD;
inibidores a fim de diferenciar as amostras vacinais B19 e RB51 de amostras-desafio e de outros isolados de campo. Com este estudo, nós concluímos que rifampicina, eritritol e tionina são bons agentes inibidores para tal diferenciação. O segundo objetivo foi avaliar diferentes linhagens de camundongo (CD-1, BALB-c e Suíço) e amostras-desafio (544 e 2308) em testes de imunogenicidade das vacinas B19 e RB51. O experimento demonstrou que ambas amostras-desafio podem ser utilizadas em testes de imunogenicidade de B19 e RB51, bem como as três linhagens de camundongos, porém o uso de BALB-c requer mais estudos para estabelecer&#xD;
parâmetros próprios. Esses dois primeiros estudos foram desenvolvidos para padronizar metodologias para se conduzir o terceiro estudo, que objetivou a comparação das propriedades biológicas (imunogenicidade e virulência residual) e perfil gentípico de oito vacinas B19 comercializadas no Brazil com a B19 de referência obtida do USDA. Esse estudo comprovou que todas as vacinas B19 comercializadas no país apresentam propriedades biológicas adequadas quando comparadas à amostra de referência. Além disso, nós concluímos que o grupo de vacinas B19 estudado é geneticamente bastante homogêneo. O último objetivo deste trabalho foi avaliar a liberação de B. abortus no leite de vacas vacinadas com RB51. O leite das vacas vacinadas foi testado por cultivo e PCR até 63 dias pós-vacinação e apenas uma amostra de leite foi positiva no PCR, no primeiro dia pós-vacinação. Logo, a eliminação de RB51 no leite parece não representar um problema de saúde pública. No entanto, a pasteurização do leite de vacas recentemente vacinadas com RB51 é altamente recomendada. Concluindo, o Brasil tem ótimas ferramentas para promover o controle da brucelose.
Description: 77 p.</description>
    <dc:date>2009-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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